terça-feira, 29 de abril de 2014

Publicação de Fevereiro de 2014

Versão do Jornal "Viagens", em papel, publicada no dia de Almeida Garrett, em 04-02-2014. Descarregar o ficheiro.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

FINAL DAS OLIMPÍADAS DA BIOTECNOLOGIA

Organizadas pela Área Disciplinar de Ciências Naturais
No dia 31 de maio, os alunos Diogo Santos, do 12º G e Érica Nunes, do 12º D, participaram na eliminatória, a nível nacional, das Olimpíadas da Biotecnologia. Esta área tão atual define-se pelo uso de conhecimentos sobre os processos biológicos e sobre as propriedades dos seres vivos, com o fim de resolver problemas e criar produtos de utilidade. Foi com grande satisfação que estes alunos receberam os prémios de participação nas várias eliminatórias. Na final, o Diogo obteve o 5º lugar e a Érica obteve o 7º lugar. Estes alunos estão de parabéns e mais uma vez o trabalho desenvolvido pelos alunos da ESAG fica reconhecido a nível nacional.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

VISITA DE ESTUDO EM GUIMARÃES, NO ÂMBITO DA DISCIPLINA DE FILOSOFIA E HISTÓRIA



Na passada quarta-feira, a turma do 10ºI visitou a plataforma das artes, em Guimarães, no âmbito da disciplina de Filosofia e o Paço dos Duques de Bragança, no âmbito da disciplina de História.

Na plataforma das artes, observámos e apreciámos desenhos de José de Guimarães relacionados com a cultura africana, mais especificamente o alfabeto e objetos que tinham sido utilizados para rituais das tribos africanas. Estas utilizavam-nos, principalmente, porque queriam obter um equilíbrio entre o seu espaço e o meio ambiente.

Quando foi introduzido este tema pelo guia, logo o associei à matéria filosófica dos valores e da cultura, pois estávamos a estudar uma cultura diferente da nossa que utilizava formas diferentes das nossas de lidar com alguns problemas. Temos como exemplo os rituais que faziam para que houvesse mais fertilidade e aqueles com máscaras para que o espírito animal entrasse dentro deles e, assim, pudessem obter equilíbrio com a natureza.

Estas tribos também tinham, e têm, conceções da vida diferentes da nossa. Por exemplo, eles não acreditam que as pessoas quando morrem passam para outro mundo, mas sim que permanecem neste mundo, fazendo parte de um curso de água ou de uma árvore. Por isso, eles davam muito valor à natureza.

Ao analisarmos isto, conseguimos ver que havia uma série de instrumentos e hábitos inventados pelos membros das tribos (e partilhados por todos) que faziam parte da sua cultura e que, até nos serem explicados para que serviam, não entenderíamos o valor que eles tinham (isto porque as circunstâncias em que vivemos são diferentes e não nos obrigam a fazer certas escolhas e a dar tanto valor a certas coisas como a eles).

A forma como estas tribos se adaptaram ao meio é diferente da nossa, mas tinham uma finalidade comum: contribuir para o bem-estar da sociedade, para o equilíbrio.

Quando observámos algumas obras abstratas, as discussões entre alunos remeteram para o tema do subjetivismo axiológico.

Alguns gostaram, pois as cores eram as preferidas deles e associavam isso ao belo, enquanto que outros achavam que elas não combinavam e por isso eram feias, de pouco valor – a questão da polaridade dos valores.

Consideramos estas “opiniões” juízos de valor, não podendo estar errados ou certos, pois dependem da experiência axiológica de cada um.

Também conseguimos aprender coisas relacionadas com História, disciplina incorporada nesta visita de estudo.

Ao caminhar pela cidade de Guimarães, o professor de História indicava-nos os vários sítios que estávamos a passar dizendo o que tinham sido eles no passado, levando-nos a relacionar a planta da cidade medieval com a atual.

No Paço dos Duques de Bragança foi-nos feita uma visita guiada, tendo aprendido que este foi mandado construir no século XV por iniciativa do Afonso I de Bragança mas que sofreu uma reformulação durante o Estado Novo.

Este palácio é constituído por várias salas onde estão armas antigas, tapeçarias com temática sobre as conquistas portuguesas no Norte de África, um famoso retrato de D. Catarina de Bragança apesar de ela não ter vivido neste palácio e, em homenagem às descobertas marítimas dos portugueses, o teto de uma das salas reproduz o casco de uma caravela.

Face ao exposto, é possível concluir que esta visita foi enriquecedora, pois permitiu aprofundar alguns conhecimentos relacionados com as disciplinas de Filosofia e História.

Isto mostra que não é só através da aprendizagem formal que o conhecimento se constrói, mas também através do contacto com outras realidades de outros tempos e contextos.

Maria Inês Costa, 10ª I - Curso Científico-Humanístico de Línguas e Humanidades

Professor Nuno Pereira



Reflexão sobre a visita à Exposição “Para Além da História” – Centro Internacional das Artes José de Guimarães – Plataforma das Artes e da Criatividade, no âmbito da disciplina de Filosofia

Guimarães, 20 de fevereiro de 2013

Que influência tem a arte na cultura de cada sociedade?

Para começar, devo dizer que esta visita ao museu e à Exposição foi muito proveitosa e que achei muito importante o acompanhamento da guia. O tema do meu grupo era “Atlas” e, por isso, durante toda a visita localizámos os objetos da exposição no espaço e tempo.

Pudemos apreciar o “Abecedário” de José de Guimarães, um conjunto de figuras que este criou com base na cultura africana com a qual contactou e que o inspirou em toda a sua obra. Cada quadro tinha um significado e, cada símbolo foi um ponto de partida para as restantes obras, ou seja, cada símbolo foi representado novamente noutras pinturas, sendo uma “marca” do trabalho deste artista.

Seguiu-se a apreciação de máscaras tribais, usadas em rituais africanos, decoradas com fibras, conchas, missangas, entre outros materiais. Atrás de cada máscara, a servir de suporte, encontrava-se um vidro, o que permitia uma visão da sala como um todo, criando uma sensação de observação dos visitantes por parte das máscaras. O vidro permitia também a participação dos visitantes no ambiente da sala pois, ao observarmos as máscaras, víamos também os restantes visitantes.

A observação de trabalhos em folhas de papel desenhados a carvão, permitiu-nos distinguir aqueles que representavam a realidade, daqueles que representavam misturas da realidade com sonhos, com o sobrenatural e o abstrato. Esta observação mostrou-nos que o artista, através do desenho, transmitia a influência dos sonhos na realidade e a confusão do mundo e da mente humana.

A existência de muitos objetos de rituais africanos, como um cofre onde se guardavam relíquias (para depois da morte) e mais objetos simbólicos, permitiram falar sobre a importância da religião para a cultura e da diferença entre a magia e a religião.

Passamos para outro espaço no qual se encontrava um quadro gigante de José de Guimarães e onde se viam, divididas em três secções, três telas diferentes mas relacionadas entre si: na mais à direita, encontrava-se a imagem de Che Guevara representativa de revolução, na do meio encontrava-se um carneiro ou cabrito (não sei ao certo) que representava o sacrifício e, por fim, na da esquerda, a bandeira de Portugal riscada e rasgada. Todo o quadro, na minha visão, representa o facto de todas as revoltas e sacrifícios feitos pelos portugueses pouco servirem para o sucesso do nosso país.

A sobreposição de néons e quadros com motivos tribais permitiu mostrar a diferença entre a cultura tribal e a ocidental. As obras do último espaço remetiam para motivos festivos e entrecruzavam diferentes celebrações e diferentes culturas.

Toda a Exposição me fez refletir sobre o Homem, sobre a cultura, a sua expressão e a relação da arte com o ser humano. A exposição permitiu compreender que os artistas querem transmitir com a sua obra, sentimentos, sonhos, acontecimentos, pensamentos ou situações.

A Exposição confrontava diferentes culturas como a africana e a ocidental, sobrepunha-as e relacionava-as. Mostrava que, apesar da cultura diferenciar o ser humano, também pode aproximá-lo.

Eunice Carmo, 10º J – Curso Científico-Humanístico de Línguas e Humanidades

Professora Isabel Matos



segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

ESAG recebe jornalista


No passado dia 31 de outubro, as turmas do 7.º ano da Escola Secundária de Almeida Garrett assistiram, no auditório do seu estabelecimento de ensino, a uma palestra proferida pelo jornalista Manuel Proença. As características da notícia, da reportagem e da entrevista foram os aspetos abordados.
     A iniciativa partiu das professoras de Português Isabel Graça, Manuela Roseira, Margarida Cambra e Ofélia Cardoso e pretendeu sensibilizar os alunos para a importância do texto jornalístico, alargar e consolidar os seus conhecimentos nesta matéria e proporcionar o contacto direto com um profissional da área em causa.
    Os alunos mostraram-se bastante interessados nas duas sessões realizadas e tiraram diversos apontamentos. Os vários momentos da palestra foram sujeitos a registo fotográfico, tendo sido ainda realizado um vídeo da primeira sessão.
    A referida palestra, que consta do Plano Anual de Atividades da escola, foi considerada bastante positiva por todos os intervenientes.
    A segunda sessão terminou com a entrega de um ramo de flores e algumas lembranças ao jornalista convidado, que agradeceu o convite e elogiou a forma como a ESAG fomenta este tipo de iniciativas.



A turma 7.º A
ESAG / Ano letivo 2012/13
(sob orientação da professora Isabel Graça)




terça-feira, 13 de novembro de 2012

"PERSPETIVA"


A perspetiva é um auxiliar essencial na visualização e resolução de problemas de geometria no espaço, com aplicações práticas bastante importantes e muito variadas no nosso quotidiano desde as Artes, às Ciências, às novas tecnologias, etc.
Estes são apenas alguns dos trabalhos dos nossos alunos do 9º ano do ensino básico executados na disciplina de Educação Visual, trabalhos que refletem o empenho dos alunos e da escola na aprendizagem deste tema.
Trabalhos dos alunos do 9º E, Joana Pereira e Sofia Brandão e do 9º F, Beatriz leitão




terça-feira, 23 de outubro de 2012

“DIREITOS HUMANOS EM GAIA”


No dia 26 de setembro de 2012 fomos à Biblioteca Municipal ver uma Exposição de Cartoons sobre Direitos Humanos (José Mário).
A Exposição tinha como objetivo alertar para a defesa dos Direitos Humanos, de uma maneira irónica e de caricatura (Inês Pereira), de uma forma criativa (Ana Rita Severa), pois os cartoons são desenhos humorísticos extremamente críticos (Joana Santos), uma crítica social (João Peixoto) que nos ajuda a perceber um pouco mais o que está à nossa volta e nós não vemos (Filipa Oliveira).
Os Direitos Humanos não estão a ser respeitados (Hugo Castro) como podemos notar pelas denúncias e temas abordados (Professora Isabel Matos): dinheiro, racismo (Ana Lucinda), abuso do poder, direitos das mulheres, corrupção (Carole Campos), tortura, falsa justiça, miséria (Sofia Lopes), desigualdade na repartição da riqueza (Sara Silva), direito à liberdade (Gustavo), pena de morte e liberdade de expressão (Eunice), diferentes condições de vida (Rita Menezes),  expressos nos trabalhos de, entre outros, Eder Santos – Brasil (Ana Rita Fernandes), Leszek Hermanowicz – Austrália (Daniela Bernal), Marina Gordova (Sara Raquel Ferreira), David Vela – Espanha (Filipa Tavares).
Pudemos ver, de forma original, os Direitos Humanos (Mariana Costa) e a Exposição chamou-nos a atenção, de forma humorística (Filipa Ventura) para um tema pelo qual devemos ter muito respeito (Laura Chora).
A “instalação”, no centro da sala de exposições, é uma interpretação do símbolo da Amnistia Internacional – o arame farpado estava desenrolado, mas a vela “acesa” lá permanecia, mostrando o longo caminho a percorrer numa efetiva defesa dos Direitos Humanos.
Texto baseado na reflexão pessoal, realizada pelos alunos na disciplina de Filosofia – 10º J


terça-feira, 8 de maio de 2012

“The New Rulers of the World” Analysis


          “The New Rulers of the World” is a documentary which shows us the working conditions in, what is referred to as the “backyard of globalization”, Indonesia. Ever since the 16th century, Indonesia has been pilled for its vast resources, such as copper, gold, oil, or exotic timbers. “Where the old imperialism meets the new”, said John Pilger, referring to the Dutch colonization in the 16th century and globalization, which represents new imperialism.
            The goal of globalization should be to create wealth and reduce poverty, but instead what we see is a small number of corporations, some bigger than countries (General Motors is now bigger than Denmark), controlling the world’s economy and taking advantage of cheap labour and non-existing working conditions in countries such as Indonesia. Due to the unemployment rate and the 1-dollar-a-day minimum wage, people are forced to take any job they can find.
            Article 4 of the Universal Declaration of the Human Rights (UDHR) clearly states that “No one shall be held in slavery or servitude; slavery and the slave trade shall be prohibited in all their forms.” Yet companies such as GAP, Nike and Adidas are using this almost slave-labour to produce their products. Working conditions are appalling. Despite Article 24 of the UDHR, “Everyone has the right to rest and leisure, including reasonable limitation of working hours and periodic holidays with pay”, people can work 24-hour shifts and 12 hours overtime, what is basically 36 hours working non-stop, not being able to sit down and with only a few breaks in places which can reach 40º C (commonly referred to as “sweat shops”). Probably what shocked me the most was the profit that these companies take from using this form of slave labour to produce their products. For each pair of shorts that GAP sells in the United Kingdom for 8 pounds sterling, the worker gets 4 pence, which is, let’s face it, nothing.
            As mentioned before, globalization should be about creating wealth and reducing poverty, but instead what we see is the widespread of inequality throughout the world. The rich are getting richer and the poor are getting poorer. The real new-ruler of the world is profit, and companies will do anything for it.
by João Tavares – 11.ºH

segunda-feira, 23 de abril de 2012

1ª Eliminatória das Olimpíadas da Biotecnologia



  Realizou-se também no passado dia 1 de Março, na ESAG, a 1ªeliminatória das Olimpíadas da Biotecnologia. Participaram 19 alunos dos 11º e 12º anos, tendo sido apurados para participarem na 2ª eliminatória, que decorrerá igualmente nas instalações da ESAG, no próximo dia 18 de Abril, os seguintes 14 alunos:

Érica Filipa Afonso do Vale Pereira  11ºE
Ana Margarida Torres Marques de Miranda 12ºB
 João Alexandre Ribeiro de Almeida 12ºB
João Teixeira Caetano Mota 12ºB
José Carlos Félix Ribeiro de Almeida 12ºB
Kristina Neves Matos 12ºB
Vanessa Filipa de Sousa Peixoto 12ºB
Vânia Carina Lopes Afonso 12ºB
Catarina Ramos 12ºG
Fábio Monteiro 12ºG
Isabel Oliveira 12ºG
Helena Gomes 12ºG
Rafaela Ferreira 12ºG
Mónica Marques 12ºG

   Com a organização deste evento na ESAG, os professores da Área Disciplinar de Ciências Naturais pretendem promover o conhecimento e o interesse pela temática da Biotecnologia nas suas múltiplas vertentes; a utilização do método científico na resolução de problemas; o interesse dos alunos em actividades realizadas fora da sua comunidade escolar; o intercâmbio de ideias e a confraternização entre alunos de diferentes comunidades escolares  e a interacção professor/aluno em ambiente não lectivo.

XVII Olimpíadas do Ambiente 2011/2012


      
       Realizou-se no dia 10 de Janeiro, na ESAG, a 1ª eliminatória das Olimpíadas do Ambiente, organizada pela área disciplinar de Ciências Naturais, modalidade “Ambiente à Prova”. Participaram 43 alunos do ensino básico (categoria júnior), tendo sido apurados para a segunda eliminatória os alunos: Gustavo Pereira - 9ºD, Manuel Monteiro- 9ºA e Tristão Reis, do 7ºC.
    A segunda eliminatória, decorreu no passado dia 1 de Março, também na ESAG, apenas com a participação facultativa dos alunos do 9ºano. Os resultados serão conhecidos no próximo dia 20 de Abril, realizando-se a final nacional nos dias 4, 5 e 6 de Maio, em Lisboa.
       O “mar” é o tema central desta modalidade, focando as ameaças globais, conservação da natureza, estilos de vida, política ambiental, poluição (realidade nacional) e recursos naturais, tendo como objetivos específicos avaliar conhecimentos e incentivar o interesse por esta temática.

IPATIMUP


           Atividade: “Código da vida: o Criminoso”

            8 horas.
            A nossa viagem estava apenas a começar …
            LOCAL DE PARTIDA: estação de metro João de Deus. Depois de uma curta espera, partimos finalmente em grupo e, apesar do frio que se fazia sentir, estávamos ansiosos e entusiasmados com o que o dia nos tinha reservado.
            DESTINO: IPATIMUP (Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto), um prestigiado centro de investigação, que muito tem contribuído para o desenvolvimento de áreas como a medicina legal e a ciência forense. Com inúmeros trabalhos citados em artigos publicados em revistas científicas, o IPATIMUP apoia a iniciativa científica, prestando simultaneamente diversos serviços à comunidade. Nesse dia, tivemos a oportunidade de o confirmar pessoalmente, participando numa das várias atividades desenvolvidas pelo Laboratório Aberto: um projeto que tem como principal objetivo o ensino experimental das ciências, como complemento à teoria aprendida nas escolas. Citando um dos investigadores e responsáveis pela coordenação deste projeto: “Só é possível fazer ciência se esta estiver ao alcance daqueles que a querem fazer. Se os mais jovens tiverem a possibilidade de poder mexer, irão certamente, percorrer caminhos bem mais direcionados.” Durante todo o percurso, fomos partilhando as nossas expectativas acerca da atividade que nos ia ser apresentada e sobre a qual nos tinha sido dito apenas que teria uma componente experimental.
            Quando chegámos, fomos recebidos numa sala de reuniões, onde foi feita uma introdução teórica e em que foram discutidas algumas das técnicas utilizadas em Biotecnologia, as quais seriam postas em prática durante a atividade experimental. Muitos destes conceitos, como DNA complementar, DNA recombinante, entre outros, tinham sido abordados nas aulas de Biologia, pelo que tivemos a oportunidade de rever e consolidar muitos deles. Finalmente, depois de divididos em dois grupos, fomos conduzidos a uma sala para dar início à atividade experimental, que nos tinha sido apresentada.
            ATIVIDADE: “Código da Vida: o Criminoso”.
            OBJETIVO: análise e comparação do DNA de cinco suspeitos com o DNA recolhido numa cena de crime. Depois de recebermos as amostras de DNA, cortamos todas essas amostras com a mesma enzima de restrição e comparámos os fragmentos obtidos com os do DNA do criminoso através da realização de uma eletroforese, na tentativa de encontrar uma correspondência que permitisse identificar o principal suspeito. Ao fim de cerca de uma hora completamente empenhados em descobrir qual de nós era o verdadeiro culpado, demos por concluída a investigação.
            Na parte final da visita, fomos relembrados da importância da ciência forense e de todos aqueles que trabalham nas mais variadas áreas que esta abrange, como Medicina Legal, Antropologia e Toxicologia forenses, entre tantas outras, bem como das numerosas técnicas que estes utilizam para desvendar os mais diversos crimes.
            Na viagem de regresso, todos se mostravam satisfeitos e concordavam que o objetivo principal da visita (aplicação prática dos conceitos estudados em Biologia) tinha sido cumprido.
            Apesar de esta iniciativa estar direcionada a um público mais jovem, enquadra-se num conjunto de atividades realizadas no âmbito do projeto Laboratório Aberto, da responsabilidade do IPATIMUP, que visa tornar a ciência acessível a um maior número de pessoas.
            13 horas.
            Fim da viagem.

MÁRCIA ISABEL FAITÃO VASCONCELOS Nº17 12ºB

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Man is playing God

Human cloning is the process of making people exactly like you for many motives which comprehend lots of good causes but also many terrible unethical ones, the reason why it is still forbidden.

Human cloning can hold some advantages like curing infertility, bringing immortality, producing life-saving medications and saving endangered species. The fact is that so many people like this idea – to live forever – but it’s not really that simple and beneficial. Yet, ifonetakes a careful look at the advantages one noticesthere’s another fantastic potential – curing sick people and other species,too.

On the other hand there are some cons like replacing adoption and substituting a deceased we loved, destroying human community, affecting the natural evolution of man. Cloning can also change what it means to be a human being because if we were made to be born, live and die why do we have to change this? We have no right to do it.

In my opinion human cloning is a bad thing because living in a clone’s world is not a world that I would idealize and I believe that each person has to have his/her own identity and has to be one and only. Besides, if life was meant to be the way it has been, I think that nobody has the right to change it and “reproduce” people to occupy space and fix the hearts of heartbroken people.


Marta Isabel Silva, 11º I, nº 21

Composition:

Cloning is the production of genetically identical individuals. Cloning has advantages and disadvantages. The advantages are, forexample, the treatment of infertility, bringing immortality, saving endangered species.The lives of people and, in some cases,the ones of animals can be extended.

The negative aspects are that cloning may replace adoptionbecause many children will lose the opportunity to be adopted and it may change, for example, what it means to be a human beingbecause cloning people is creating persons but not in a natural way.

So, we can conclude that cloning does have some positive aspects but that it is not natural and it cannot be seen as such a good thing. We can say that man is playing God, that is, man is interfering in the creation of beings.


Adriana – 11, I