segunda-feira, 31 de outubro de 2011

OFICINA DE ESCRITA - 7º B

Ler é … Um livro é …


Ler é raciocinar sobre os factos da Vida. (Bruno)

Um livro é um amigo que nos conta as suas aventuras. (João Pedro)

Ler é enterrar os nossos pesadelos.
Ler é casar com a história.
Ler é entrar num paraíso de palavras. (Luís Barros)

Ler é abraçar as letras.
Um livro é um amigo numa noite fria de solidão.
Ler é descobrir um novo mundo.
Ler é falar com um amigo que não mente.
Um livro é o passaporte para o sonho. (Nuno Delgado)

Um livro é um pequeno tesouro. (Fábio Castro)

Ler é tecer um enorme manto de conhecimento.
Um livro é um sol de ideias. (Diogo Silva)

Ler é fugir da solidão que nos aborrece.
Ler é encontrar novos amigos.
Um livro é uma porta que se abre para o mundo.
Um livro é um bom amigo.
Ler é reflectir sobre a vida. (Andreia Carvalho)

Um livro é um amigo de todos os momentos. (Catarina Constantino)

Ler é despertar os nossos sentimentos. (Ana Marisa)

Ler é voar pelo céu da criatividade e da imaginação.
Um livro é uma porta para a fantasia.
Ler é sentir a magia das palavras.
Ler é viajar no mundo do sonho, da fantasia e da ficção.
Ler é fugir aos nossos pensamentos. (Ana Isabel)

Ler não é só saber, é viver.
Ler é viajar no tempo. (José Barros)

Um livro é o meu melhor amigo nas noites escuras.
Um livro é um conselheiro.
O livro é uma cascata de sonhos.
Ler é abrir a porta ao conhecimento. (Sara Dias)

Ler é voar sobre as nuvens da fantasia onde não há fim.
Ler é sonhar com um mundo de fantasia.
Um livro é uma porta para a fantasia e para o sonho.
Um livro é um companheiro para as más noites. (Vasco Costa)

Ler é mergulhar num mar de magia. (João Miguel)

Ler é viajar numa longa estrada.
Um livro é um céu de imaginação. (Joana Silva)

Ler é voar sobre uma história diferente. (Rita Valadares)

Ler é nadar num mar de vida e de paixão.
Ler é saborear cada palavra que lemos. (Sara Teixeira)

Um livro é um pequeno rei que faz magia sem parar. (Gabriel Rodrigues)

Ler é chorar e rir noutro mundo.
Um livro é um amigo inseparável. (Francisca Rodrigues)

Ler é ocupar o espírito. (Hugo Fonseca)

Ler é viajar para um mundo novo.
Um livro é um amigo para a vida.
Um livro é um tesouro muito valioso. (Filipa Miranda)

Um livro é um cofre ao alcance de todos. (Gabriela Areias)

Ler é imaginar uma miragem da realidade.
Ler é ter uma vida completa.
Ler é sonhar. (José Alexandre)

Ler é navegar em marés profundas, vivas e coloridas.
Ler é construir o puzzle mais difícil de olhos vendados.
Ler é tecer a manta mais criativa do universo.
Um livro é um baralho de cartas que todos podem jogar. (Francisca Santos)

Ler é viajar para além do tempo.
Ler é conhecer novos horizontes.
Um livro é um mundo sem fim, uma bela melodia tocada só para mim.
Um livro é um código que nos envolve num segredo profundo. (Joana Lisa)

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

“Buba, a heroína!”

Cá entre nós, a minha heroína é a melhor de todas!

Não sei se sabem quem é, mas ela chama-se Buba. Alguns amigos meus têm esse nome para animais de estimação mas eu não! Dou esse nome a minha heroína! Até para quem não sabe, gosto de ser diferente… é aborrecido ser igual aos outros…

Os heróis, geralmente, são todos musculados, quase todos de sexo masculino. Alguns têm o poder de atravessar paredes, visão ultra-violeta, elasticidade…ahhhhhhhhhhh, mas o meu não, isso queriam vocês!!!

É uma mulher, bastante esbelta, com um grande coração, maior que o meu prédio. Tem a capacidade de ajudar todos sem discriminar (agora um parêntesis: devíamos ser todos assim, mas como o mundo anda…) Tem super inteligência e sabe detetar todas as mentiras! Quando me dizem que ela não é nada de especial ai ai ai ai, até parece que o mundo vai explodir, porque eu começo aos berros, pois ela é capaz de meter uma pessoa (mas apenas as más) no seu lugar! E ainda dizem que ela não faz nada!

Ahhh, e ela não utiliza a violência, utiliza uma arma mais forte: o cérebro!

Ela tem um vestido feito de “pedaços” de cérebro, alguns vomitam quando a vêm, mas cá eu fico nas nuvens…!

E esta é a minha heroína, diferente, mas especial. Quando estou na cama só penso nela, pois ela inspira-me e penso que um dia posso ser igual a ela…


José Pedro Oliveira Pinto, Nº18, 9ºC

A minha Heroína

Desde que te vi, pensei:
gostava de ser assim!
Bonita, forte e afins… sim!

Fazer as flores crescer num ápice
com um toque da tua mão.
Não quis acreditar,
até me tocares no coração.

Os carrancudos se riram
quando cheiraram teu perfume.
Para mim isso é magia,
até aquilo que fizeste no cume!

No cume da montanha,
de terra seca batida,
fizeste crescer árvores,
árvores que tinham vida.

Elas dançavam agitadamente
e tu rias do teu feito à minha beira,
Disseste que não tinhas nome,
por isso …chamei-te Primavera.

Maria Inês Costa, nº 23, 9º C

terça-feira, 31 de maio de 2011

A evolução de Darwin – Porto, 7 de Abril de 2011 - Uma abordagem filosófica

“Ocupemo-nos agora do problema do sujeito, partindo de uma análise (já clássica) das diversas “feridas narcísicas” que assinalam os principais momentos da história da cultura ocidental.
Com Copérnico, o homem deixou de estar no centro do universo. Com Darwin, o homem deixou de estar no centro do reino animal. Com Marx, o homem deixou de ser o centro da história (que aliás não possui um centro). Com Freud, o homem deixou de ser o centro de si mesmo (…).”
in, Estruturalismo, introdução e notas de Eduardo Prado Coelho, Portugália ed, pág. XXXVIII

A Exposição que visitámos no Jardim Botânico do Porto, sobre Darwin (1809-1882), permitiu-nos aprender mais sobre a sua vida e, principalmente, a sua obra. Darwin representa uma revolução no pensamento científico – foi um dos investigadores que mais contribuiu para a consolidação dos ideais emergentes do “Século das Luzes” e para as mudanças que tornaram o mundo naquilo que hoje conhecemos. (João Faia)
Antes de Darwin, Lineu, Buffon e Lamarck pensavam que todas as espécies pareciam evoluir dentro da sua própria linhagem; Cuvier, defensor do catastrofismo, justificava a criação e a extinção das espécies com acontecimentos naturais, mais espontâneos do que graduais: segundo ele, as espécies eram fixas e apenas poderiam ser substituídas por outras, migradas de locais mais distantes. (Victor Barriola)
Foi-nos possível compreender a importância da informação recolhida durante a longa viagem de Darwin pelo mundo, a bordo do HMS Beagle. (Daniela Silva). Nesta viagem de cinco anos, Darwin registou observações da natureza que o levaram ao estudo da diversidade das espécies e, em 1838, ao desenvolvimento da Teoria da Selecção Natural. (Sílvia Costa). As Ilhas Galápagos foram fundamentais para os seus estudos - nesta região afastada, pertencente ao Equador, o inglês observou parte das espécies que que inspiraram a sua revolucionária teoria. Formadas por 13 ilhas maiores e 17 ilhotas, Darwin notou que nas Galápagos, as condições ambientais variavam pouco entre uma ilha e outra, mas que essas diferenças tinham influência nos animais e chegou à conclusão de que, em territórios relativamente pequenos, pode haver 14 espécies de um mesmo pássaro e que as suas variações estão relacionadas com o ambiente onde vive. (Ana Margarida)
Uma teoria científica é um modelo que combina e interliga várias leis e hipóteses, que permite deduzir novas leis ou formular hipóteses de forma a explicar novos factos. Em Londres, Darwin desenvolveu a “teoria da evolução por selecção natural”. Mudou-se para Downe para reforçar e testar a sua teoria antes de publicá-la e de lá trocava correspondência com outros investigadores…. Demorou mais de duas décadas a publicar as suas ideias porque as mesmas iam contra princípios aceites naquela época. (Diana Curado)
Na Origem das Espécies, Darwin evitou o tema da origem humana, tentando desviar-se da polémica presente em publicações de outros autores contemporâneos. (Krystyna Yelisyeyeva)
O maior enigma científico de Darwin foi o da hereditariedade. Ele sabia que a selecção natural actuava sobre as variações presentes entre indivíduos de cada espécie, mas nunca conseguiu mostrar como essas variações eram transmitidas de geração em geração. (Sara Serafim)
Entre as décadas trinta e quarenta, através de diversos trabalhos, nas áreas da Zoologia, Paleontologia, Genética de Populações, etc., foi proposta uma síntese entre a Teoria da Selecção Natural e a Genética. (Pedro Teixeira)
A ligação de Darwin a Portugal é interessante: o sábio inglês, então com 72 anos, aconselhou Arruda Furtado sobre o estudo da fauna e da flora do arquipélago dos Açores tendo este açoriano publicado vários títulos sobre Darwin em revistas e jornais (Daniela Rocha); Darwin também está ligado ao Porto pela relação de amizade com uma família inglesa que vivia nesta cidade e porque a primeira tradução e impressão da Origem das Espécies foi efectuada pela Livraria Lello. (Ana Sofia Sousa)

Texto elaborado pela Professora de Filosofia a partir dos relatórios dos alunos indicados do 11º A

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Teatro

O Teatro faz parte das 7 artes mais conhecidas e encontra-se no quinto lugar das mesmas, nao sei ao certo qual o motivo para esta ordem contudo a mais recente, o cinema, encontra-se em setimo o que nos leva a pensar que poderá ser por ordem cronologica mas consta-se, embora sem total certeza, que o primeiro evento de dialogo deu-se por volta do ano de 2500 A.C. no Egipto com a presentaçao do Mito de Osíris e Ísis. Esta data coloca-nos a pensar se a ordem será mesmo cronologica ou não.
Está arte tambem conhecida por representação ou arte representar e é sem duvida o maior desafio para os actores, pois nesta arte nao há margem para erros, o publico encontra-se a alguns metros do actor e nao é possivel voltar atráz.
Depois de terem sido apresentados alguns possíveis sinonimos para “Teatro”, resta saber as origens da palavra, os primeiros recintos para teatro e os primeiros tragediógrafos são Gregos, cerca de 4 ou 5 séculos A.C., logo a palavra nasceu na Grecia, Théatron. Um dos seus significados poderá ser: “Aprender com o olhar, ver com os olhos e assim perceber.”.
Em Portugal diz-se que o fundador do teatro portugues foi Gil Vivencente (1465- 1536), face as datas referidas nos parágrafos anteriores, podemos concluir que teatro surgiu em Portugal bastante tarde. As primeiras casas do teatro surgiram, em Portugal, durante o reinado de D. José I, que reinou entre 1750 e 1777. Almeida Garrett para além das obras que escreveu enquanto dramaturgo, também fez avançar Portugal neste ramo com a fundação do Conservatório Geral da Arte Dramática e com a organização da Inspecção Geral dos Teatros. Contudo, na minha opinião, o teatro português tem ainda muitos aspectos a desenvolver.
Para mim o teatro está entre as minhas formas de arte favoritas, logo a seguir à música e ao cinema. Apesar disto, e como qualquer outra pessoa, apenas gosto de boa arte e nem sempre é facil um peça de teatro surpriender-me. Embora sejam artes diferentes, o nome dos proficionais que realizam quer cinema quer teatro é o mesmo e a comparação é inevitavel, mesmo sabendo que é mais facil representar para um camara. Tambem há bons actores de teatro portugueses e são esses que levam as pessoas às salas de teatro, mas deviam haver mais e devia haver maior aposta no teatro.
VIVA O TEATRO!

André Filipe Pinto, nº 4, 12ºE

quinta-feira, 28 de abril de 2011

A Busca

O Homem, um ser de tamanha complexidade, há anos a ser estudado e, no entanto, a sua identidade permanece um mistério … É um ser numa busca constante, que nunca cessa, foi isso que tive a oportunidade de constatar ao longo deste ano.
Iniciamos o ano com Fernando Pessoa. “Querendo, quero o infinito.”, é uma frase bastante poderosa na minha opinião, que reflecte de forma inequívoca aquele que é o ideal do homem. Assim, Fernando Pessoa vê-se em busca do inalcançável, de uma “ impossibilidade perfeita”.
Também em “Os Lusíadas” vemos a mitificação dos heróis da pátria, aqueles que foram em busca do sonho, sem dar ouvidos ao bom senso, contra o que proferiu “O Velho do Restelo”. Avançaram com audácia … e triunfaram.
Não poderia falar de “Os Lusíadas” e não falar de “Mensagem”, uma vez que esta obra de Fernando Pessoa está intimamente ligada à primeira, de Luís Vaz de Camões.
Ao analisar com mais pormenor o poema “Ascensão de Vasco de Gama”, tive o privilégio de constatar, que esta figura mítica se trata, sem dúvida, de um símbolo de coragem, audácia e verdade … só assim foi possível a conquista da Índia por via marítima.
É precisamente esta busca infindável que define o homem. “ (…) o sonho comanda a vida/ (…) sempre que um homem sonha o mundo pula e avança (…)”. Quando um sonho se concretiza, apenas à que sonhar novamente. Esta é a realidade do homem, caminhar em direcção ao desconhecido … somos livres, e em liberdade escolhemos … ser felizes!

Paulo Jorge Pona, Nº22, 12ºE

Consumer Society

I agree with the idea that we live in an excessive consumer society.
People buy what they need and what they don´t need. Products that are important today become useless tomorrow.
Nowadays, people are superficial and selfish. We are always buying products that most of the time, we don´t really need. It is very hard to be satisfied and value simple things that life has to offer, like health, friends and nature. It would be interesting to join an association that aims at protecting people and nature against multinationals and their marketing strategies. In these antiglobalisation associations, we can interact with other people and share their perspectives. We can also discuss the environmental damages and the ethical problems, such as child labor exploitation. Although demos and protests aren´t always effective, they can change our minds and lifestyles.
Teenagers are our future and the sooner they realize that our planet is in danger, the better for our future.

Catarina Tiago, nº 9- 11º F

Consumer Society

In my point of view it isn’t human that ten-year-old kids or even less work for big companies making running shoes. These kids don’t have the opportunity to go to school to learn and enjoy their childhood.
Companies exploit these kids with marketing campaigns, with hard work and miserable wages. They are very selfish and they only care about their success and money.
Nowadays our society consumes too much and buys things that are useless, things that people want and not things that they need. It’s very important that people start to think about these kids and everything that they are losing.
We can survive without big brands and we can wear clothes and shoes which don’t have a specific brand.
We should stop buying these products in order to give a decent live to poor kids. If they were our children, we wouldn’t like them to be exploited. So think before buying expensive goods and support kids from third world countries.

Vanessa Peixoto, 11ºB, nº26