segunda-feira, 23 de abril de 2012

1ª Eliminatória das Olimpíadas da Biotecnologia



  Realizou-se também no passado dia 1 de Março, na ESAG, a 1ªeliminatória das Olimpíadas da Biotecnologia. Participaram 19 alunos dos 11º e 12º anos, tendo sido apurados para participarem na 2ª eliminatória, que decorrerá igualmente nas instalações da ESAG, no próximo dia 18 de Abril, os seguintes 14 alunos:

Érica Filipa Afonso do Vale Pereira  11ºE
Ana Margarida Torres Marques de Miranda 12ºB
 João Alexandre Ribeiro de Almeida 12ºB
João Teixeira Caetano Mota 12ºB
José Carlos Félix Ribeiro de Almeida 12ºB
Kristina Neves Matos 12ºB
Vanessa Filipa de Sousa Peixoto 12ºB
Vânia Carina Lopes Afonso 12ºB
Catarina Ramos 12ºG
Fábio Monteiro 12ºG
Isabel Oliveira 12ºG
Helena Gomes 12ºG
Rafaela Ferreira 12ºG
Mónica Marques 12ºG

   Com a organização deste evento na ESAG, os professores da Área Disciplinar de Ciências Naturais pretendem promover o conhecimento e o interesse pela temática da Biotecnologia nas suas múltiplas vertentes; a utilização do método científico na resolução de problemas; o interesse dos alunos em actividades realizadas fora da sua comunidade escolar; o intercâmbio de ideias e a confraternização entre alunos de diferentes comunidades escolares  e a interacção professor/aluno em ambiente não lectivo.

XVII Olimpíadas do Ambiente 2011/2012


      
       Realizou-se no dia 10 de Janeiro, na ESAG, a 1ª eliminatória das Olimpíadas do Ambiente, organizada pela área disciplinar de Ciências Naturais, modalidade “Ambiente à Prova”. Participaram 43 alunos do ensino básico (categoria júnior), tendo sido apurados para a segunda eliminatória os alunos: Gustavo Pereira - 9ºD, Manuel Monteiro- 9ºA e Tristão Reis, do 7ºC.
    A segunda eliminatória, decorreu no passado dia 1 de Março, também na ESAG, apenas com a participação facultativa dos alunos do 9ºano. Os resultados serão conhecidos no próximo dia 20 de Abril, realizando-se a final nacional nos dias 4, 5 e 6 de Maio, em Lisboa.
       O “mar” é o tema central desta modalidade, focando as ameaças globais, conservação da natureza, estilos de vida, política ambiental, poluição (realidade nacional) e recursos naturais, tendo como objetivos específicos avaliar conhecimentos e incentivar o interesse por esta temática.

IPATIMUP


           Atividade: “Código da vida: o Criminoso”

            8 horas.
            A nossa viagem estava apenas a começar …
            LOCAL DE PARTIDA: estação de metro João de Deus. Depois de uma curta espera, partimos finalmente em grupo e, apesar do frio que se fazia sentir, estávamos ansiosos e entusiasmados com o que o dia nos tinha reservado.
            DESTINO: IPATIMUP (Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto), um prestigiado centro de investigação, que muito tem contribuído para o desenvolvimento de áreas como a medicina legal e a ciência forense. Com inúmeros trabalhos citados em artigos publicados em revistas científicas, o IPATIMUP apoia a iniciativa científica, prestando simultaneamente diversos serviços à comunidade. Nesse dia, tivemos a oportunidade de o confirmar pessoalmente, participando numa das várias atividades desenvolvidas pelo Laboratório Aberto: um projeto que tem como principal objetivo o ensino experimental das ciências, como complemento à teoria aprendida nas escolas. Citando um dos investigadores e responsáveis pela coordenação deste projeto: “Só é possível fazer ciência se esta estiver ao alcance daqueles que a querem fazer. Se os mais jovens tiverem a possibilidade de poder mexer, irão certamente, percorrer caminhos bem mais direcionados.” Durante todo o percurso, fomos partilhando as nossas expectativas acerca da atividade que nos ia ser apresentada e sobre a qual nos tinha sido dito apenas que teria uma componente experimental.
            Quando chegámos, fomos recebidos numa sala de reuniões, onde foi feita uma introdução teórica e em que foram discutidas algumas das técnicas utilizadas em Biotecnologia, as quais seriam postas em prática durante a atividade experimental. Muitos destes conceitos, como DNA complementar, DNA recombinante, entre outros, tinham sido abordados nas aulas de Biologia, pelo que tivemos a oportunidade de rever e consolidar muitos deles. Finalmente, depois de divididos em dois grupos, fomos conduzidos a uma sala para dar início à atividade experimental, que nos tinha sido apresentada.
            ATIVIDADE: “Código da Vida: o Criminoso”.
            OBJETIVO: análise e comparação do DNA de cinco suspeitos com o DNA recolhido numa cena de crime. Depois de recebermos as amostras de DNA, cortamos todas essas amostras com a mesma enzima de restrição e comparámos os fragmentos obtidos com os do DNA do criminoso através da realização de uma eletroforese, na tentativa de encontrar uma correspondência que permitisse identificar o principal suspeito. Ao fim de cerca de uma hora completamente empenhados em descobrir qual de nós era o verdadeiro culpado, demos por concluída a investigação.
            Na parte final da visita, fomos relembrados da importância da ciência forense e de todos aqueles que trabalham nas mais variadas áreas que esta abrange, como Medicina Legal, Antropologia e Toxicologia forenses, entre tantas outras, bem como das numerosas técnicas que estes utilizam para desvendar os mais diversos crimes.
            Na viagem de regresso, todos se mostravam satisfeitos e concordavam que o objetivo principal da visita (aplicação prática dos conceitos estudados em Biologia) tinha sido cumprido.
            Apesar de esta iniciativa estar direcionada a um público mais jovem, enquadra-se num conjunto de atividades realizadas no âmbito do projeto Laboratório Aberto, da responsabilidade do IPATIMUP, que visa tornar a ciência acessível a um maior número de pessoas.
            13 horas.
            Fim da viagem.

MÁRCIA ISABEL FAITÃO VASCONCELOS Nº17 12ºB

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Man is playing God

Human cloning is the process of making people exactly like you for many motives which comprehend lots of good causes but also many terrible unethical ones, the reason why it is still forbidden.

Human cloning can hold some advantages like curing infertility, bringing immortality, producing life-saving medications and saving endangered species. The fact is that so many people like this idea – to live forever – but it’s not really that simple and beneficial. Yet, ifonetakes a careful look at the advantages one noticesthere’s another fantastic potential – curing sick people and other species,too.

On the other hand there are some cons like replacing adoption and substituting a deceased we loved, destroying human community, affecting the natural evolution of man. Cloning can also change what it means to be a human being because if we were made to be born, live and die why do we have to change this? We have no right to do it.

In my opinion human cloning is a bad thing because living in a clone’s world is not a world that I would idealize and I believe that each person has to have his/her own identity and has to be one and only. Besides, if life was meant to be the way it has been, I think that nobody has the right to change it and “reproduce” people to occupy space and fix the hearts of heartbroken people.


Marta Isabel Silva, 11º I, nº 21

Composition:

Cloning is the production of genetically identical individuals. Cloning has advantages and disadvantages. The advantages are, forexample, the treatment of infertility, bringing immortality, saving endangered species.The lives of people and, in some cases,the ones of animals can be extended.

The negative aspects are that cloning may replace adoptionbecause many children will lose the opportunity to be adopted and it may change, for example, what it means to be a human beingbecause cloning people is creating persons but not in a natural way.

So, we can conclude that cloning does have some positive aspects but that it is not natural and it cannot be seen as such a good thing. We can say that man is playing God, that is, man is interfering in the creation of beings.


Adriana – 11, I

Man is playing God – an opinion on cloning

My opinion on cloning could be summed up in that same sentence we have to write about: “Man is playing God”. Though I’m pro evolution and I think science and technology can provide us with excellent changes, devices, medicines and a comfortable way of life, as well as knowledge, there are some things that are not to be changed, i. e., humankind.

I defend Darwin’s evolution, not religious creationism but I understand the word “God” in “Man is playing God” as a symbol to represent something that is not controlled by Man. And it shouldn’t be. Even though cloning has its advantages, disadvantages can be worse. After all, through cloning, we don’t just lose our identity, but we start playing with nature, going against it. At some time, things may go wrong!


Ana Rita Alves Ferreira, 11º I, no. 5

Man is playing God

In this text, I'm going to talk about human cloning, showing good and bad points on this subject, giving my opinion in the end.
In favor of human cloning we have the fact that this can extend life, making new human beings, saving endangered species, creating life-saving medications and bringing immortality.

Against this subject we have the fact that it can replace adoption and replace a dead child, which takes to the radical change of family structure. So, this is going to affect the natural evolution of man, compromising one's individuality and endangering genetic diversity.

So, in my opinion, human cloning is a bad thing despite having so many advantages. We are ourselves, all the human beings are unique and that's how it should be. Have a clone would be good at certain times, going to the school or doing something for us but we only live once, and we must take pleasure of our lives, creating our own personality and our own family, resolving the problems ourselves without needing someone very similar to us, without requiring a clone. Man cannot take the place of God. Man can't think that life is like The Sims game.


Joana Abreu, no. 11. I

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Dia Mundial da Alimentação – 16 de outubro

No âmbito do Dia Mundial da Alimentação, a equipa do Projeto da Educação Para a Saúde aplicou um questionário relativo às refeições servidas na cantina da nossa escola.

Às questões propostas no questionário responderam o senhor Nuno – chefe do pessoal e seis funcionários da escola, entre os quais, se encontram funcionárias que atualmente exercem funções na cantina.

Das respostas dadas no questionário, constatou-se que antes do início das obras de requalificação da escola, o número médio de refeições servidas na cantina, semanalmente, rondava as 1.500 refeições, por outro lado, verificou-se uma redução no número médio de refeições servidas, semanalmente, nas primeiras semanas de aulas, deste ano letivo, na ordem das 400 refeições.

Relativamente ao grau de satisfação demonstrada, por parte dos alunos, no que diz respeito à qualidade das refeições servidas, quatro dos inquiridos responderam que os alunos não estão satisfeitos. As razões de insatisfação mais referidas foram: o excesso de sal na comida; comida de péssima qualidade, comida com gordura a mais; sopa sem qualidade; variedade de fruta escassa – só é servida maçã, laranja e pêra; a salada que consta da ementa semanal não é servida ou, quando existe é pouca; a ementa que está afixada para toda a semana não é cumprida; a quantidade de comida servida não é suficiente e, a maior parte das vezes, os alunos quase não “tocam” na refeição, tendo estas queixas sido corroboradas por três funcionárias.

Após a refeição, no momento da devolução dos tabuleiros, é constatado que a maioria dos alunos raramente comeu a refeição na totalidade; frequentemente a maioria dos alunos só não comeu a sopa; algumas vezes, a maioria dos alunos somente comeu a sopa, o pão e a sobremesa e outras vezes, há alunos que, apenas consomem o pão e a sobremesa.

Será esta a Educação Alimentar que queremos para os nossos jovens? Uma refeição cheia de sal, gorduras, sem verduras, com pouca variedade de frutas?

Pela análise das respostas obtidas, no inquérito, verifica-se que, de forma clara, os nossos jovens tem consciência que não estão a fazer refeições equilibradas.

Todos devemos promover hábitos alimentares saudáveis, para mantermos um bem-estar físico e psicológico e melhor qualidade de vida.

Afinal, a Escola é o lugar privilegiado de Educação ou de (Des)Educação?

A Esperança de que melhores dias virão, não deixa de nos acompanhar!


A equipa do PES